- Jornalismo
- 11 de dezembro de 2020
‘Não importa se vacina é de esquerda ou direita, queremos é vacinar população’, diz Ratinho
Governo diz que faz conversas com laboratórios internacionais e com o Instituto Butantã.

O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD) informou em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (11) que pretende aguardar a aprovação de uma vacina contra o coronavírus aprovada pela Anvisa para iniciar a vacinação no estado. Ratinho também diz que governo faz conversas com laboratórios internacionais e o Instituto Butantã, porém, não explicou se o estado procura especificamente por alguma vacina no mercado internacional ou se há uma data prevista para o início da imunização.
Ele garantiu que o Paraná tem estrutura e condições para realizar a aplicação do imunizante assim que for aprovado.
O governo paranaense possuía um acordo com os russos para a produção e distribuição da Sputnik V, mas o acordo não foi para frente e a vacina sequer foi testada no estado.
“A vacina que vai ser aplicada na população do Paraná não vai ser uma vacina política. Será uma vacina que tenha garantia científica”, disse Ratinho. “Não importa se é vacina cubana, chinesa, europeia, da América do Sul, ela serve? Então queremos é vacinar toda a população”, completou o governador.
Ele citou que o acordo com o Instituto Gamaleya, na Rússia, ainda está em vigor e que depende de documentação para ativar o protocolo de fase 3 na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, o Estado teria realizado uma reunião em outubro com a empresa Pfizer e vem conversando com outros laboratórios que desenvolvem vacinas, como a Oxford/AstraZeneca e a Coronavac/Butantan.
Segundo ele, o estado reservou R$ 200 milhões para realizar a compra da vacina.
Redação Tem