- Jornalismo
- 30 de março de 2021
Conselho de Saúde pede ‘medidas intensas’ para conter covid em Londrina
Entidade divulgou um manifesto pedindo lockdown, além de apoio social e econômico para os londrinenses.

O Conselho Municipal de Saúde de Londrina, emitiu um manifesto na última semana, pedindo “medidas mais intensas” no combate à pandemia no município. De acordo com a carta endereçada à população, o conselho pede a suspensão imediata dos serviços não essenciais e ampliação de medidas de suporte como, auxílio emergencial e outras formas de apoio social e econômico, com o objetivo de conter o rápido avanço do coronavírus em Londrina.
A entidade, que tem caráter consultivo pela administração municipal, e é composta por representantes de usuários de serviços da saúde, profissionais da saúde, prestadores de serviços na área da saúde e da gestão pública municipal, também pede a realização de campanhas educativas e maior intensificação da fiscalização contra aglomerações, além da ampliação da vacinação.
.
“Se quisermos ter esperança de dias melhores, todos os cidadãos londrinenses terão que se unir, com ações sérias e responsáveis, baseadas em fatos reais que vivenciamos diariamente e melhores evidências da ciência, para que mais pessoas tenham a chance de estar ao nosso lado no final da pandemia”.
.
“A iminente falta de leitos, de insumos e de medicamentos, bem como a exaustão e limitação de recursos humanos […] a plenária aprovou o posicionamento favorável à aplicação imediata de medidas mais intensas, ainda que temporárias, de contenção da pandemia de covid-19, para Londrina não chegue a um ponto de esgotamento da assistência em saúde”, diz o texto.
“Este esforço implica em suspender o funcionamento de atividades não essenciais, combater aglomerações de pessoas, com ampla fiscalização pelos serviços de segurança e vigilância sanitária, ampliação das campanhas educativas, disponibilização de recursos humanos, materiais e equipamentos aos serviços de saúde e ampliação do processo de vacinação no município”.
“Cientes que a pandemia impacta seriamente as áreas de saúde e economia, não tem como reduzir as perdas desta crise se não houver redução ou contenção do contágio entre as pessoas”, explica o documento.
Redação Tem