- Jornalismo
- 19 de agosto de 2021
Após 7 meses, 25% dos londrinenses estão totalmente imunizados
Falta de doses no início da campanha nacional de imunização dificultou avanço da vacinação na população.

A primeira aplicação de uma vacina contra a covid-19 em Londrina, ocorreu no dia 19 de janeiro deste ano. A enfermeira Fátima Ruiz, de 52 anos, que atua na linha de frente do Hospital Universitário (HU), foi a primeira vacinada no município. De lá para cá, 345.597 londrinenses receberam uma dose ou dose única contra o novo coronavírus.
O número pessoas com ciclo vacinal completo em Londrina ainda é baixo, e segue um índice praticamente nacional. Até o momento, apenas 25% (144.326) da população está totalmente imunizada contra a doença, após terem recebido duas doses ou dose única.
Dados do IBGE estimam que a população londrinense seja de 575.377 pessoas.
Entre os que receberam uma dose estão 333.561 londrinenses, que representam 57% dos habitantes.
Entre os principais motivos para a lentidão do número pessoas completamente imunizadas em todo o país, estão os atrasos do Governo Federal na busca e compra de vacinas, atrasos nas entregas dos imunizantes, além da complexidade da aplicação, já que a maioria das vacinas utilizadas em Londrina e no Brasil, precisam de um intervalo de até três meses entre as doses, para apresentar resposta imune.

Imunidade coletiva
De acordo com cientistas, os índices brasileiros ainda são considerados baixos para uma diminuição das restrições que combatem o avanço do novo coronavírus. Menos ainda para se cogitar um retorno completo à normalidade ou decretar o fim da pandemia.
Especialistas afirmam que para se controlar a pandemia é necessário ter, no mínimo, 70% da população totalmente vacinada. No entanto, com a chegada da variante delta, alguns chegam a elevar a taxa de vacinados para 90%.
Atualmente, o município está agendando a vacinação de pessoas com mais de 25 anos.

Redação Tem