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Policiais orientam sobre decreto com restrições na Ilha de Superagui no PR

Imagem: Reprodução/SESP

A Polícia Militar e a Polícia Civil reforçaram a importância do cumprimento do decreto municipal que determina que veranistas deixem Ilha do Superagui até esta quinta-feira (6). A medida se dá por conta da Ilha confirmar mais de 40 casos de covid-19 nos últimos dias, levando preocupação para o pequeno município.

A atuação das equipes foi no sentido de conversar com os turistas fazendo recomendações sobre a importância de deixar a ilha para evitar que o vírus se espalhe para a comunidade local e até mesmo para outras ilhas da região.

Além de visitar as comunidades da ilha, a Patrulha Costeira da PM e o Batalhão de Polícia Ambiental-Força Verde orientam sobre a proibição temporária dos turistas ao Superagui de navegar nos táxis.

“No local foi constatado que a maioria dos turistas já tinha ido embora e os que restaram foram orientados a retornarem ao continente até esta quinta-feira. Conforme prevê o decreto, ficarão na ilha somente os moradores e o acesso de pessoas de fora não será permitido no momento”, disse o comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Renato Luiz Rodrigues Júnior.

A maioria dos hotéis foi fechada, a polícia conversou com os turistas e os turistas garantiram que vão obedecer a lei e deixar o local.

“O local está bem tranquilo e a população consciente da necessidade desse isolamento como uma medida preventiva para evitar o contágio do vírus. Esperamos que com essas ações possamos reverter esse quadro epidemiológico para que o mais breve possível os turistas possam voltar a frequentar a Ilha de Superagui e prestigiar as belezas naturais”, disse Cristiano Quintas, coordenador-adjunto do Verão Paraná, pela Polícia Civil.

De acordo com o tenente-coronel Rodrigues Júnior, por mais que as pessoas estejam vacinadas, fica a orientação para que continuem com os cuidados de lavar as mãos, usar álcool gel e a máscara facial. “Temos percebido que apesar das orientações de uso da máscara, muitos insistem não usar”, completou.

Redação Tem


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