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Prefeitura contrata empresa para fazer análise das barragens do Igapó

Imagem: Emerson Dias/NCom

A Prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação (SMOP), contratou uma empresa, via licitação, para fazer um Plano de Segurança de Barragens do Sistema Igapó, desde o Parque Arthur Thomas até o Igapó 4. O serviço será realizado por técnicos que vêm de uma empresa de Brasília (DF), especializada e com experiência nesta área.

Segundo o secretário da pasta, Otávio Gomes, o serviço começará pela batimetria. “Batimetria significa estudar como está a profundidade dos lagos para sabermos qual é o volume do assoreamento. Os técnicos vão colocar um barquinho não tripulado para funcionar, para poder fazer essa análise. Em um segundo momento, a equipe fará a análise de todas as barragens, desde o Parque Arthur Thomas até o Igapó 4, vendo a estrutura física e a saúde dos equipamentos, ou seja, comportas, vertedouros, abrangendo cada uma das nossas barragens”, explicou.

O secretário ressaltou que o trabalho é importante para realizar o diagnóstico destas estruturas que, por muitos anos, ficaram desamparadas de manutenção e de diagnóstico. “Com a conclusão deste trabalho, teremos um diagnóstico completo de como se comporta essa estrutura hoje. Pedimos para que o serviço inicie pelo Igapó 2 pela urgência que temos no local. Esse estudo vai direto para o professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Carlos José Marques da Costa Branco, responsável pelo projeto do Lago 2, a fim de contribuir com o seu trabalho. Na sequência, vamos contratar a empresa que fará o trabalho lá”, detalhou.

A empresa R.P. de Sousa Junior Engenharia foi contratada por meio concorrência pública n° 0001/2025, pelo valor de R$ 219.800,00 e o prazo final para entrega dos laudos é de 120 dias. A expectativa da Prefeitura é que o trabalho “in loco” seja concluído em 60 dias.

Vazamento contido

De acordo com o secretário Otávio Gomes, no momento a água do Lago Igapó 2, que apresentou vazamento em meados de fevereiro, está contida. “Tentamos fazer medidas paliativas que não foram suficientes. Hoje, a nossa ensecadeira está estática, segurando a água do Igapó 2, até que o projeto do professor Costa Branco fique pronto para que possamos, de fato, iniciar as obras”, contou.

Redação Tem Londrina com NCom


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