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Morte de carpas que viviam no lago do PAI em Londrina é investigada

Imagem: Reprodução/NCom

A morte de mais de 50 carpas ornamentais que viviam no lago do Pronto Atendimento Infantil (PAI), no Centro de Londrina, será investigada pela Prefeitura. Os peixes foram encontrados mortos na manhã de quarta-feira (30), durante um procedimento de limpeza do tanque. As imagens dos animais começaram a circular nas redes sociais e causaram indignação, especialmente por se tratar de um espaço frequentado por crianças.

As carpas faziam parte do ambiente do PAI desde 2020, quando a unidade foi revitalizada. Segundo relatos, elas ajudavam a entreter e acalmar as crianças que aguardavam atendimento. A morte dos animais foi percebida por uma mãe que levava seu filho para consulta e alertou a equipe do local.

Imagem: Reprodução/TemWhats

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que os peixes eram alimentados regularmente e que a oxigenação da água estava normal, conforme relatos da empresa responsável pela manutenção do lago. Ainda segundo a pasta, as amostras da água e dos peixes mortos serão enviadas para análise laboratorial.

A empresa contratada, TOP Comércio e Serviço Ltda., divulgou uma nota dizendo que adotou todos os procedimentos técnicos para garantir a segurança das carpas durante a obra, incluindo a instalação de recipientes com oxigenação contínua, monitoramento da água e alimentação dos animais. Segundo o relato, os peixes estavam vivos até às 10h30 da manhã, quando a equipe saiu para o almoço. Ao retornar, os profissionais encontraram dezenas de carpas mortas e um grande número de pessoas ao redor do tanque.

Ao todo, 53 peixes mortos foram recolhidos. A empresa se comprometeu a elaborar um relatório detalhado sobre o ocorrido e colaborar com as investigações.

O contrato de manutenção do lago foi assinado em julho de 2025, após um período sem empresa responsável pela limpeza adequada do local. Conforme a SMS, o espaço era anteriormente limpo de forma paliativa pelos próprios servidores, apesar de apresentar problemas estruturais como filtros e bombas danificadas. Com o novo contrato, no valor de R$ 93 mil por 12 meses, a manutenção deve ocorrer três vezes por semana.

A Prefeitura também informou que está implementando um plano contínuo de manutenção preventiva e corretiva para garantir a saúde do ecossistema aquático e o bem-estar dos animais que vivem no lago.

Redação Tem Londrina


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