- Jornalismo
- 18 de fevereiro de 2025
Segurança Pública reforça policiamento em Londrina após intensos protestos
Secretário desaconselhou novos atos.

O Secretaria Estadual de Segurança Pública do Paraná (SESP), anunciou, nesta terça-feira (18), que enviou tropas especiais para Londrina para reforçar a segurança pública, após as intensas manifestações ocorridas na cidade na noite desta segunda-feira (17). A Polícia Militar (PM) afirma ter efetuado a prisão de quatro pessoas em flagrante, enquanto a Polícia Civil (PC) identificou diversas pessoas envolvidas nos atos. Dois ônibus foram incendiados.
O secretário estadual da Segurança, Hudson Teixeira, realizou uma coletiva de imprensa, em Londrina. Ele viajou junto com o comandante-geral da Polícia Militar do Paraná (PMPR), Coronel Jefferson Silva, e o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná (PCPR), Silvio Jacob Rockembach, para coordenar as ações policiais na cidade.
“Desde o primeiro momento foi garantido o direito de manifestação das pessoas de forma pacífica, mas com o passar dos dias presumimos que algumas pessoas envolvidas em outros crimes se aproveitaram da situação para tentar gerar um caos na cidade”, comentou Teixeira.
Segundo o secretário, neste momento há um reforço no efetivo das forças de segurança, drones especiais usados pelas polícias estaduais estão sendo utilizados para monitoramento e identificação dos demais suspeitos.
A PM elaborou um plano de operação para os próximos dias e o reforço no efetivo deverá permanecer na cidade pelo tempo que for necessário. Ainda segundo Hudson, o delegado responsável tomará as medidas necessárias para a responsabilização de todos os envolvidos, o que deve acontecer com celeridade.
Corregedoria
A corregedoria da Polícia Militar (PM) em Maringá, com o acompanhamento do Ministério Público (MP), está acompanhamento o desdobramento da situação que provocou os protestos para garantir a isenção nas investigações.
A onda iniciou após a morte de duas pessoas durante uma abordagem policial no sábado (15). Dois jovens de 16 e 20 anos foram mortos na ação. Familiares e amigos afirmam que ambos eram trabalhadores e não tinham envolvimento com crimes.
Redação Tem Londrina com AEN