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Segurança Pública reforça policiamento em Londrina após intensos protestos

Secretário desaconselhou novos atos.

Imagem: Ricardo Almeida/SESP

O Secretaria Estadual de Segurança Pública do Paraná (SESP), anunciou, nesta terça-feira (18), que enviou tropas especiais para Londrina para reforçar a segurança pública, após as intensas manifestações ocorridas na cidade na noite desta segunda-feira (17). A Polícia Militar (PM) afirma ter efetuado a prisão de quatro pessoas em flagrante, enquanto a Polícia Civil (PC) identificou diversas pessoas envolvidas nos atos. Dois ônibus foram incendiados.

O secretário estadual da Segurança, Hudson Teixeira, realizou uma coletiva de imprensa, em Londrina. Ele viajou junto com o comandante-geral da Polícia Militar do Paraná (PMPR), Coronel Jefferson Silva, e o delegado-geral da Polícia Civil do Paraná (PCPR), Silvio Jacob Rockembach, para coordenar as ações policiais na cidade.

“Desde o primeiro momento foi garantido o direito de manifestação das pessoas de forma pacífica, mas com o passar dos dias presumimos que algumas pessoas envolvidas em outros crimes se aproveitaram da situação para tentar gerar um caos na cidade”, comentou Teixeira.

Segundo o secretário, neste momento há um reforço no efetivo das forças de segurança, drones especiais usados pelas polícias estaduais estão sendo utilizados para monitoramento e identificação dos demais suspeitos.

A PM elaborou um plano de operação para os próximos dias e o reforço no efetivo deverá permanecer na cidade pelo tempo que for necessário. Ainda segundo Hudson, o delegado responsável tomará as medidas necessárias para a responsabilização de todos os envolvidos, o que deve acontecer com celeridade.

Corregedoria

A corregedoria da Polícia Militar (PM) em Maringá, com o acompanhamento do Ministério Público (MP), está acompanhamento o desdobramento da situação que provocou os protestos para garantir a isenção nas investigações.

A onda iniciou após a morte de duas pessoas durante uma abordagem policial no sábado (15). Dois jovens de 16 e 20 anos foram mortos na ação. Familiares e amigos afirmam que ambos eram trabalhadores e não tinham envolvimento com crimes.

Redação Tem Londrina com AEN


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