- Jornalismo
- 5 de outubro de 2023
Polícia já tem as principais hipóteses para o crime contra médicos no Rio
Todas as hipóteses são investigadas.

Investigadores da Polícia Civil do Rio de Janeiro, agentes da Polícia Federal enviados pelo ministro da Justiça Flávio Dino e policiais civis de São Paulo, enviados pelo governador Tarcísio de Freitas (REPUB), trabalham intensivamente no caso dos trágicos assassinatos de três médicos ortopedistas ocorridos em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio.
Os médicos, que estavam na cidade para um congresso profissional, foram vítimas de um ataque a tiros que resultou na morte de Diego Ralf Bomfim, 35 anos, Marcos de Andrade Corsato, 62 anos, e Perseu Ribeiro Almeida, 33 anos, e deixou Daniel Sonnewend Proença, 32 anos, ferido.
A ligação de Diego Ralf Bomfim com a deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e seu cunhado, o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ), torna o crime ainda mais complexo, já que o modus operandi dos criminosos se assemelha ao utilizado por milícias cariocas, grupos que são alvo das críticas desses congressistas.
No entanto, a polícia também trabalha com a hipótese de que o crime tenha ocorrido por engano. Existe a possibilite de que os criminosos confundiram um dos médicos com um miliciano.
O caso é complexo, mas as autoridades consideram quatro possibilidades:
– As vítimas podem ter sido confundidas, já que os criminosos pareciam buscar um alvo específico, mas a ação ocorreu em um local com várias pessoas.
– Crime com motivação política devido à atuação da deputada Sâmia Bomfim e Glauber Braga contra grupos de extrema direita e ameaças que receberam.
– Algo relacionado a alguma das outras vítimas, incluindo os médicos mortos e o sobrevivente.
– Algo que ocorreu momentos antes do crime, apesar de os médicos terem acabado de chegar à cidade para um congresso e não haver informações de incidentes prévios.
Redação Tem Londrina