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ACIC se diz contrária ao lockdown e pede mais agilidade em vacinação

Em nota, a Associação Comercial de Cambé afirma que 'punição poderia apenas para os irresponsáveis'.

Imagem: Reprodução

A Associação Comercial e Empresarial de Cambé (ACIC), entidade que representa a classe empresarial de Cambé, se manifestou contra o decreto estadual do Governo do Paraná, que decretou novas medidas restritivas contra o avanço do coronavírus em todo o estado.

O chamado lockdown, foi determinado pelos próximos oito dias, e passa a vigorar a partir deste sábado (27). O presidente da entidade, o advogado David Garcia, lamentou a decisão, mas afirma que o município vai atender a medida.

Em nota, a entidade, afirma que “os empresários não podem pagar pela irresponsabilidade de parte da população que insiste em ignorar as medidas de prevenção”. Ainda, segundo o texto, o setor produtivo da cidade vem trabalhando com responsabilidade, segurança e não seria foco da contaminação.

Presidente da ACIC, Dr. David Garcia – Imagem: Reprodução

A entidade também cobra o Governo Federal por mais agilidade no processo de vacinação contra a covid-19. “Imunizar a população é uma medida emergencial e deve ser tratada como prioridade. Cabe ao Governo Federal atuar com mais eficiência e agilidade para que a vacinação chegue o mais rápido possível a todos”, diz a nota.

Leia a nota na íntegra:

A Associação Comercial e Empresarial de Cambé (ACIC), entidade que representa a classe empresarial de Cambé em sua amplitude, se manifesta contra o decreto estadual do Paraná – um lockdown – disfarçado.
Os empresários não podem pagar pela irresponsabilidade de parte da população que insiste em ignorar as medidas de prevenção. O setor produtivo vem trabalhando com responsabilidade, segurança e não é foco de contaminação. O decreto estadual – novo lockdown, vai provocar desemprego e reduzir a renda das famílias. Alguns empreendimentos vão falir, pois já se encontram em situação de fragilidade devido à lenta recuperação dos fechamentos anteriores. Muitas famílias serão obrigadas a ficar em casa sem ter recursos para necessidades básicas. A ACIC lamenta profundamente as mortes provocadas pela pandemia e ressalta que o lockdown não é a saída mais viável, pois abala a economia e contribui pouco para o combate ao vírus. Em muitos casos, prejudica mais do que ajuda. Imunizar a população é uma medida emergencial e deve ser tratada como prioridade. Cabe ao Governo Federal atuar com mais eficiência e agilidade para que a vacinação chegue o mais rápido possível a todos. Os comerciantes em geral, precisam continuar em funcionamento, contribuindo para a nossa sociedade com a responsabilidade e seriedade de sempre, aliada às medidas de combate á pandemia da COVID 19. Enfim, economia e saúde devem sobreviver, com responsabilidade.

Redação Tem


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