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Covid: Londrina levou 1 ano para somar 1.000 mortes e 2 meses para atingir 1.500

Mais de mil londrinenses morreram enquanto países já aplicavam imunizantes contra a covid-19.

Foto: Reprodução

O município de Londrina atingiu mais uma triste marca nesta sexta-feira (4), após confirmar a morte de 1.506 londrinenses desde o início da pandemia. A primeira vítima fatal foi confirmada no dia 3 de abril de 2020.

A cidade levou exatamente um ano para contabilizar o número mil mortos. E o mais preocupante: levou apenas mais dois meses para atingir o número de 1.500 londrinenses mortos.

De acordo com os dados, após superar a marca de mil vítimas, o município saltou de uma média de 83 óbitos mensais para 250.

Imagem: Reprodução

Segundo especialistas, o aumento exponencial dos óbitos se devem a diversos fatores como a falta de medidas restritivas enérgicas que proíbam a circulação viral aliadas à criação de novas variantes mais transmissíveis e letais do coronavírus.

Vacinas

A primeira dose de vacina aplicada com aprovação da comunidade científica, ocorreu no dia 8 de dezembro de 2020, pelo imunizante da Pfizer, em uma britânica de 90 anos.

À época, Londrina contabilizava 369 vítimas fatais da doença. De lá para cá, 1.137 londrinenses morreram devido ao coronavírus.

Nesta sexta-feira o vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a gestão do governo da pandemia, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), revelou que a Pfizer enviou 53 e-mails ao Ministério da Saúde. Todos foram ignorados.

A primeira oferta foi realizada dia 14 de agosto, sendo de 30 e 70 milhões de doses do imunizante e a proposta tinha validade até dia 29 daquele mês. Entre metade de agosto e setembro, o presidente mundial da Pfizer encaminhou ao Brasil ao menos dez e-mails cobrando uma resposta formal dos governantes brasileiros.

Redação Tem


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