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Londrina não vai exigir receita médica para vacinar crianças, afirma Belinati

"Facilitar a vacinação ao invés de atrapalhar é o certo a fazer", comentou o prefeito.

Foto: Emerson Dias/Ncom

O prefeito de Londrina, Marcelo Belinati (PP), que é médico, utilizou as redes sociais, nesta sexta-feira (24), véspera de Natal, para tranquilizar os londrinenses e se posicionar contra a exigência de receita médica para vacinar crianças de 5 a 11 anos, contra a covid-19. A medida é desejada pelo governo federal, mas a atitude criticada por especialistas em saúde, incluindo pediatras.

“Em Londrina para vacinar nossas crianças de 5 a 11 anos NÃO SERÁ EXIGIDO receita médica e nem assinatura de termo. Essas exigências não têm base médica nenhuma. O mundo inteiro está vacinando. Facilitar a vacinação ao invés de atrapalhar é o certo a fazer”, escreveu o prefeito no Twitter, em tom ríspido, demonstrando que a Prefeitura de Londrina vai seguir as orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dos cientistas.

A Anvisa aprovou a segurança do uso do imunizante no dia 16 de dezembro, no entanto, o governo federal está atrasando e relutando contra o início da vacinação nessa faixa etária, seguindo orientação do presidente Jair Bolsonaro (PL) e do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

De acordo com um levantamento divulgado nesta quinta-feira (23), uma criança morre a cada dois dias em decorrência do novo coronavírus no Brasil.

A meta da Prefeitura de Londrina é imunizar a maioria das crianças antes do retorno das aulas em fevereiro. De acordo com a Pfizer, farmacêutica que desenvolve a vacina autorizada pela Anvisa, os imunizantes devem ser entregues ao Brasil em janeiro.

Redação Tem


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