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Pacientes denunciam superlotação na UPA Sabará em Londrina; fotos

Pacientes com suspeita de covid-19, chegam a receber oxigênio em sala com até dez pessoas. "Situação é de caos", diz paciente.

Imagem: Colaboração/TemWhats

Uma leitora do TEM enviou imagens da situação encontrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Sabará, na região oeste de Londrina, durante a noite desta sexta-feira (21). A unidade é referência no primeiro atendimento de pacientes com suspeita de coronavírus na cidade.

A mulher, que pediu para não ter o nome divulgado, afirma que está acompanhando a avó no local. Segundo ela, as cenas são ‘horríveis’. “Desculpe o desabafo, mas isso aqui é horrível. Pessoas usando oxigênio nas escadinhas, pessoas dormindo cansadas. Tem pessoas lá fora, sentadas, porque não tem lugar para sentar”, disse a representante comercial.

Imagem: Colaboração/TemWhats

Ela registrou o momento que, conforme a foto abaixo, cerca de dez pessoas com sintomas de covid-19 estavam recebendo oxigênio na mesma sala. “É um descaso com todos e com tudo. Isso aqui é um absurdo”, desabafou.

Imagem: Colaboração/TemWhats

A reportagem procurou uma profissional de saúde da unidade que confirmou a situação na noite desta sexta e afirmou que a situação está ocorrendo há dias. “É isso mesmo, está assim. Nos últimos dias tem ficado assim, muitos atendimentos, muita gente”, explica a trabalhadora, que também pediu para não ser identificada.

De acordo com a senha obtida pela reportagem, até às 20h15, 260 pessoas aguardavam na fila de atendimento.

Imagem: Colaboração/TemWhats

Atendimentos

A Prefeitura de Londrina também orienta que os moradores que apresentarem sintomas da doença, procurem uma das UBSs (Unidades Básicas de Saúde) que também atendem exclusivamente casos suspeitos da covid-19. As unidades funcionam de segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas.

Veja quais são: UBS Guanabara; UBS Bandeirantes; UBS Chefe Newton; UBS Maria Cecília e UBS Vila Ricardo.

Disque-Coronavírus

A Prefeitura também disponibiliza um número para consultas remotas e dúvidas sobre a doença, pelo 0800 400 1234. A ligação é gratuita.

Redação Tem


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