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‘Se tivéssemos vacina, vacinaríamos 15 mil por dia’, diz Belinati

Prefeito voltou a cobrar autoridades por agilidade na compra e entrega dos imunizantes. "Vacina salva vidas", disse.

Imagem: Reprodução

Durante uma live neste domingo (07), o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati (PP), cobrou o Governo Federal, através do Ministério da Saúde, responsável pelo envio das vacinas contra o coronavírus aos estados e municípios. Segundo o chefe do executivo, os governos — federal e estadual — deveriam se unir para uma aquisição mais rápida dos imunizantes.

“Se tivéssemos vacina, vacinaríamos 15 mil [londrinenses] por dia”, disse o prefeito de Londrina. Ele ressalta que a pandemia só vai acabar quando boa parte da população estiver vacinada. “Só a vacina vai solucionar este problema, é a vacina que vai salvar a vida das pessoas”, completou Belinati.

“Peço ao governo que não nos proíba de comprar vacina”, disse o prefeito sobre a possibilidade das prefeituras brasileiras que se organizam para comprar as doses de forma direta. Na última semana, STF e Senado aprovaram projetos que facilitam o processo de aquisições dos imunizantes por parte de estados e prefeitura. O Governo Federal se mostrou contrário às propostas.

Belinati também utilizou o exemplo de Israel, que já vacinou mais de 50% da população, e já passa a ter condições de afrouxar as medidas mais restritivas, além de registrar queda no número de internações e mortes causadas pelo coronavírus em todo o país.

Até o momento, cerca de 31 mil pessoas receberam ao menos uma dose da vacina. A primeira londrinense vacinada, recebeu a aplicação no dia 19 de janeiro.

Consórcio

Na última semana, Belinati assinou um termo de inclusão do município de Londrina no consórcio realizado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) que organiza a compra vacinas de forma direta junto aos laboratórios internacionais e nacionais. A entidade já reúne mais de 100 cidades.

O documento é um protocolo de intenções para a aquisição dos imunizantes, já que as doses enviadas pelo Ministério da Saúde tem sido insuficientes para a imunização em massa da população.

Redação Tem


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