- Jornalismo
- 10 de dezembro de 2019
Casal suspeito de torturar filho tem prisão preventiva decretada

O casal preso após a suspeita de torturar o filho adotivo de apenas oito anos, teve a prisão preventiva decretada na tarde desta segunda-feira (09). O advogado dos dois, também explicou que deve entrar com um pedido de revogação da prisão, afirmando que ambos são réus primários, possuem emprego e têm residência fixa.
Na audiência de custódia, realizada nesta tarde de segunda, o pais se mostraram arrependidos do que aconteceu, além de afirmarem que não houve a intenção de machucar o garoto. Eles ainda disseram que deram ”palmadas” e ”chineladas” como forma de ”educar” o menino, além de concordarem que houve exagero. Os dois também explicaram que a gravidade dos ferimentos teria ocorrido após o filho “ficar se debatendo”.
Eles garantem que não houve tortura.
A prisão preventiva pode chegar até 90 dias, podendo ser prorrogada por tempo indeterminado, durante as investigações.
O menino, adotado há menos de dois meses, segue internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
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Redação Tem