Agora o TEM é multiplataformas: leia, ouça e assista.

Ao lado de Collor e Valdemar, Bolsonaro lança pré-candidatura a reeleição

Imagem: Reprodução

Com discurso de candidato, o presidente Jair Bolsonaro (PL) lançou, neste domingo (27), a pré-candidatura à reeleição. O mandatário também criticou as pesquisas eleitorais e afirmou que quer deixar o governo “bem lá na frente”.

Bolsonaro lançou sua pré-candidatura no mesmo dia em que conseguiu barrar ato políticos de artistas. No evento, ele reciclou discurso de 2018, ao insistir no antipetismo e falando sobre anticorrupção, em meio a suspeitas de irregularidades no Ministério da Educação.

O presidente chegou ao evento, realizado em um centro de convenções em Brasília, por volta de 10h10. Estvam presentes diversos ministros, parlamentares, a primeira-dama Michelle Bolsonaro, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e personalidades como o ex-piloto Nelson Piquet e o jogador de vôlei Mauricio Souza.

Ao lado de Bolsonaro, estavam o presidente do PL, Valdemar Costa Netto, e o senador Fernando Collor (PROS-AL). Valdemar já foi condenado em 2012 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo do mensalão e chegou a ficar preso. Collor sofreu impeachment em 1992, quando era presidente da República, após um escândalo de corrupção. Atualmente é réu em uma ação da Lava-Jato no STF.

Neste domingo (27), o ministro Raul Araújo, do TSE, atendeu ao pedido feito pelo PL para que sejam proibidas manifestações políticas durante as apresentações do festival Lollapalooza. A legenda acionou a Corte neste sábado, após a cantora Pabllo Vittar levantar, durante o show que fez no evento, uma bandeira com a foto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Durante a cerimônia, Valdemar Costa Neto anunciou a filiação ao PL dos ministros João Roma (Cidadania) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e do líder do governo do Congresso, senador Eduardo Gomes (TO). Roma é pré-candidato ao governo da Bahia, enquanto Pontes deve ser candidato a deputado federal por São Paulo.

“Quando ele vem defender a família, o instituto da família, não é defender um filho, um parente, um amigo, de nada de errado que fez, porque não fizemos nada de errado. É defender o instituto da família, coloca de verdade Deus em primeiro lugar”, disse o filho, o senador Flávio Bolsonaro, investigado pelo crime de “rachadinhas” quando era deputado no Rio de Janeiro.

Flávio teve papel importante na negociação para a entrada de Bolsonaro no PL.

Redação Tem com Portal iG


Mais lidas hoje no Tem


Leia também

Mais lidas hoje no Tem