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Vereadores terão retirada de tornozeleira eletrônica, após decisão da justiça

O juiz da 2ª Vara Criminal, Delcio Miranda da Rocha, revogou, nesta semana, a utilização de de tornozeleira eletrônica para os vereadores Rony Alves (PTB) e Mário Takahashi (PV), ambos investigados na Operação ZR-3, ou Zona Residencial 3, deflagrada no mês de janeiro pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) para investigar a existência de possíveis mudanças pontuais de zoneamento em Londrina de forma ilícita.

O benefício da retirada das tornozeleiras, também foi estendido aos empresários José de Lima Castro Neto e Brasil Filho Theodoro Mello de Souza.

Mário Takahashi (PV), à esquerda, e Rony Alves (PTB) à direita – Fotos: Internet

Apesar da retirada, os dois parlamentes afastados permanecem cumprindo outras medidas restritivas autorizadas pela justiça, como, por exemplo, a proibição de se aproximar da Câmara Municipal e Prefeitura de Londrina.

De acordo com os advogados dos investigados a decisão do juiz foi acertada: “A defesa entende que a decisão foi justa, pois não havia qualquer motivo que justificasse a prorrogação, tendo em vista o encerramento das investigações e a ausência de mínimas evidências”, garantiu o advogado Michel Neme Neto, que defende Mário Takahashi, presidente afastado da Câmara Municipal. Walter Bittar, advogado dos empresários, classificou a decisão “acertada. Ela permite, em parte, que a defesa trabalhe com menos restrições para demonstrar a inocência dos acusados e o absurdo que é essa acusação”. Já o advogado Maurício Carneiro, que defende o vereador Rony Alves também classificou a decisão de forma positiva. “O despacho foi positivo. Assim, ele (vereador afastado) poderá retomar as suas atividades. Ele não cometeu qualquer ilícito”, argumentou.


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