- Jornalismo
- 25 de maio de 2026
Artesãs da Economia Solidária de Londrina lançam produtos da Copa
Produtos são comercializados na sede do programa de Economia Solidária de Londrina.

A Feira da Economia Solidária de Londrina lançou uma linha de produtos temáticos da Copa do Mundo, aproveitando o evento para impulsionar as vendas e ampliar a geração de renda das artesãs vinculadas ao programa articulado pela Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), que reúne empreendimentos locais para comercialização de produtos artesanais e alimentícios produzidos de forma coletiva. O espaço é uma ação do Programa Municipal de Economia Solidária (PMES).
O programa tem como objetivo fortalecer a inclusão produtiva, ampliar oportunidades de geração de renda, incentivar o consumo consciente e valorizar a produção local por meio de espaços de comercialização e visibilidade para os empreendedores.

Os itens podem ser adquiridos no Centro Público de Economia Solidária, localizado na Avenida Rio de Janeiro, 1.278, Centro. A venda também ocorre na Feira de Artesanato no Calçadão, em frente ao Banco do Brasil, nas duas primeiras sextas-feiras e sábados de cada mês, das 9h às 17h; na Feira da Cidadania, na UEL, na primeira e terceira quinta-feira do mês; e na Feira de Artesanato do Parque Arthur Thomas, aos domingos, das 9h às 17h, no espaço anexo à lanchonete.
A gerente de Inclusão Produtiva da SMAS, Carolina Arfelli Bungart, projeta o impacto da ação para as produtoras. “A estimativa é de um aumento de vendas em torno de 30% a 40% em comparação com outros meses, o que representa uma oportunidade importante de fortalecimento da geração de renda para as participantes”. Ela explicou os reflexos dessas iniciativas para o programa. “A longo prazo, a inserção em eventos e períodos de maior visibilidade fortalece a política de inclusão produtiva ao ampliar oportunidades de renda, estimular a diversificação dos produtos e consolidar a Economia Solidária como estratégia de autonomia e valorização do trabalho coletivo no município”, acrescentou.
A empreendedora da Economia Solidária, Maria Eulina, detalhou o planejamento adotado para o período. “Como a época de Copa coincidiu bem com o início do inverno, eu me planejei para fazer toucas e cachecóis com as cores do Brasil”. A artesã também estruturou o estoque para alcançar diferentes perfis de consumidores. “Mas também pensei em um nicho de produtos mais em conta. Então produzi chaveiros de mão, amarradores de cabelo, pulseiras e brincos de crochê, além de bandanas”. “Os preços variam de R$ 7 a R$ 50”, disse.
Redação Tem Londrina com NCom